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novembro 2013

Mau hálito tem tratamento

By | Dicas Dentista Crisal
A halitose, popularmente reconhecida como mau hálito, é um problema que afeta boa parte da população mundial. Conforme especialistas, aproximadamente 40% da população sofre ou sofrerá, em alguma época da vida, de halitose crônica. Normalmente, sua origem ocorre em um problema bucal.As causas são as mais variadas. Pode ter início a partir de uma higiene bucal inadequada (escovação insuficiente e falta do uso de fio dental), pela ingestão de alimentos como alho e cebola, bebidas como álcool e café, do vício pelo fumo, boca seca – originada de certos medicamentos, distúrbios ou falta de saliva durante o sono -, podendo também ser motivada por doenças como gengivite ou doenças sistêmicas – câncer, diabetes, problemas com fígado e rins.

Mas como resolver a halitose?

Ações simples podem ajudar no combate. Além da escovação diária e o uso do fio dental – para combate a placa bacteriana e as partículas de alimentos que acumulam todos os dias -, escove a língua para auxiliar na diminuição de odores desagradáveis. Evite alimentos que causam o mau hálito. Para quem usa dentadura, é importante removê-la antes de dormir, bem como limpá-la ao recolar pela manhã. A visita regular ao dentista é fundamental para uma revisão adequada e uma limpeza geral dos dentes.

Agora, se o mau hálito permanecer, pode ser indicação de um problema maior. Somente o dentista pode dar o diagnóstico correto. Ele irá avaliar criteriosamente as alterações de comportamento do paciente relacionadas com o mau hálito. Serão analisadas as condições dos dentes, gengiva, periodonto, tecidos moles (lábios, bochechas, etc.), língua, amígdalas e como está a higiene bucal do paciente. A partir desta avaliação, será estabelecido um plano de tratamento.

Com o processo definido, mais de 90% dos pacientes têm a sua halitose controlada logo no primeiro retorno ao dentista. Procure um profissional capacitado para resolver seu problema.

CUIDADO: a doença periodontal pode levar a perda dentária

By | Dicas Dentista Crisal

Um dos problemas bucais mais frequentes é a doença periodontal. Ela é infecto-inflamatória e ataca os tecidos de suporte e sustentação dos dentes. Portanto, a evolução da doença pode acabar ocasionando na perda dos dentes. O comprometimento e a destruição, pela ação bacteriana, acúmulo de tártaro e inflamação destas estruturas, colaboram para a formação de bolsas periodontais, que levam à mobilidade dentária.

A gengivite e a periodontite são duas formas clássicas descritas como manifestações do processo de avanço da doença periodontal – o termo refere-se a diferentes quadros clínicos. Desta forma, são denominados doenças das gengivas ou gengivite – a mais comum nestes casos – quando o ataque se dá nos tecidos de proteção, e periodontite quando agridem os tecidos de suporte do elemento dentário.

A maioria das pessoas com doença leve nas gengivas pode apresentar sangramento gengival. É importante observar as variações ocorridas em relação à boca e os dentes. Qualquer diferença significativa recomenda-se a procura por um dentista para analisar o caso.

 

Os principais sintomas são a sensibilidade dental, dor ao mastigar, gengivas vermelhas ou sangrantes, e mau hálito.

A prevenção sempre é o melhor caminho. Já o tratamento depende de cada caso. Nos mais graves, o procedimento pode incluir a limpeza profunda – conhecido como raspagem – e um polimento da raiz, que busca eliminar o sarro por cima e por baixo da linha da gengiva, alisando os pontos ásperos das raízes dentais. São nestes locais que se acumulam as bactérias causadoras da placa.