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Saiba quais são os tipos de aparelhos ortodônticos

By | Dicas Dentista Crisal

Seja por questões estéticas ou de saúde, as pessoas dão cada vez mais valor aos cuidados com os dentes. Mas quando algum tratamento é necessário, nem sempre se sabe qual a melhor técnica. Diversos são os tipos de aparelhos ortodônticos, e a gama de opções pode causar confusão.

Para ajudá-lo a esclarecer algumas dúvidas, vamos apresentar neste artigo os modelos disponíveis no mercado, quais suas funções e benefícios.

Aparelhos ortodônticos fixos

São aqueles mais comuns, com braquetes colados nos dentes e um fio metálico passando por todas as peças. Indicado para pacientes que necessitam maior movimentação dentária, ele aplica uma força leve na arcada, mexendo-a para atingir o alinhamento correto.

Por corrigir o posicionamento dos dentes, esse aparelho vai deixar o sorriso mais bonito, prevenir problemas oclusais (de mordida) e evitar o desgaste anormal da dentição. Além do modelo tradicional (com braquetes metálicos) existem os fixos estéticos, que podem ser de safira ou de porcelana.

Fixos estéticos

Tem a mesma função do fixo metálico, a diferença é que é feito com materiais transparentes, favorecendo a estética durante o tratamento ortodôntico. Seja de porcelana convencional ou de safira, ambos são transparentes. Mas este último é a opção mais discreta.

Aparelho invisível

Também conhecido como Invisalign ou alinhador, está na lista dos aparelhos estéticos. No entanto, ao contrário dos anteriores, esse modelo é móvel. É recomendado para tratamentos estéticos – como o alinhamento dos dentes – ou para pessoas com alguma alergia ao metal presente em outros aparelhos.

O tratamento é feito com o suporte de um software, que determina um plano personalizado para cada paciente. Durante o processo, são feitos vários moldes transparentes que alinham a arcada dentária. Por ser removível, ele facilita a higiene e é mais confortável que os aparelhos fixos.

Aparelho lingual

Esta é mais uma opção no time dos invisíveis, visto que os braquetes são colados atrás dos dentes. Tem a mesma função do aparelho fixo tradicional, sendo ideal para tratamentos de curta duração ou para praticantes de esporte de contato. Mas a técnica também pode ser usada para corrigir problemas de oclusão.

A fase de adaptação a este aparelho pode ser mais incômoda, visto que ele está em contato direto com a língua machucando-a de vez em quando e interferindo na fala. Mas esses inconvenientes são passageiros, assim como os causados por outros modelos.

Já a limpeza é mais simples: como os braquetes são colados perto da gengiva, não há a necessidade de passar o fio dental por baixo do fio metálico que liga as peças.

Aparelho autoligável

Com ele, as famosas borrachas coloridas são dispensáveis, pois os braquetes já possuem uma estrutura para prender o fio metálico. É a alternativa ideal para quem tem problema de mordida. O atrito entre o fio e o braquete é menor e o aparelho trabalha mais livremente, obtendo resultados mais rápidos.

O conforto é outro benefício, visto que a força aplicada é menor. A ausência das borrachas também diminui o acúmulo de bactérias e a manutenção é feita em um período de oito a dez semanas, ou seja, o paciente vai menos ao dentista.

Aparelhos móveis

Como o nome sugere, eles podem ser retirados da boca a qualquer momento, portanto os resultados dependem 100% da colaboração do paciente. Podem ser utilizados para fazer pequenas movimentações dentárias ou para alterações ósseas (finalidade ortopédica).

No primeiro caso, ele tem as funções de reorganizar atividades como deglutição, mastigação, fala e respiração. Crianças entre 6 e 12 anos que apresentam problemas na mordida também podem usá-lo.

Mesmo sabendo dos tipos de aparelhos ortodônticos e como cada um funciona, para definir qual deles se adapta melhor a você é necessário consultar um dentista. Ele vai levar em consideração, entre outras coisas, informações como a arcada dentária, problemas de oclusão e alinhamento dos dentes.

Quer saber mais sobre esse e outros assuntos relacionados? Não perca tempo e assine nossa newsletter!

Sensibilidade nos dentes: o que eu preciso saber?

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Imagine que você está na praia aproveitando o sol e decide tomar um sorvete para refrescar um pouco o calor.

Você paga o vendedor, senta em sua cadeira novamente e, quando dá a primeira mordida, sente uma dor insuportável nos dentes. Agora, pense na mesma experiência com alimentos quentes, muito doces ou muito ácidos.

Você se reconheceu nessa situação? Então, é bem provável que você tenha sensibilidade nos dentes.

Para contornar esse problema, acompanhe o post de hoje. Você descobrirá tudo o que precisa saber sobre as causas da sensibilidade e, principalmente, as formas de prevenção e tratamento.

Vamos lá?

Causas

A sensibilidade ocorre quando há desgaste do esmalte, o que deixa os dentes mais expostos aos agentes externos. Isso pode acontecer por conta de 5 principais fatores:

  • escovação muito forte;
  • ingestão frequente de bebidas e alimentos muito ácidos;
  • retração da gengiva, que deixa o dente e a sua raiz mais expostos;
  • bulimia ou doença do refluxo gastroesofágico;
  • bruxismo — o hábito de ranger, comprimir ou apertar os dentes, principalmente durante o sono.

Sintomas

Se você, ao inspirar ar frio pela boca, ingerir alimentos quentes ou gelados ou muito doces ou muito ácidos, sentir os seus dentes sensíveis ou doloridos, existem grandes chances de você sofrer de hipersensibilidade dentinária.

Essa não é uma doença que surge de maneira imediata, mas, sim, que se desenvolve ao longo dos anos. Por isso, é muito importante estar sempre atento aos sintomas para poder evitá-la ou tratá-la tão logo seja possível.

Tratamento

Antes de iniciar qualquer forma de tratamento para a sensibilidade nos dentes, é muito importante que você consulte o seu dentista.

Esse profissional poderá realizar uma análise mais específica da sua situação e, assim, oferecer o tratamento adequado. Mas uma coisa que você já pode realizar de antemão, assim que notar alguns dos sintomas, é reduzir o consumo de alimentos e bebidas muito ácidos, como: refrigerantes, café, vinagre e energéticos, por exemplo.

Alguns dos principais cuidados odontológicos para tratar a sensibilidade nos dentes são os seguintes:

  • aplicação de verniz de flúor para fortalecer os dentes;
  • prescrição de um creme dental de menor abrasividade;
  • indicação de escovas com cerdas mais macias e pontas arredondadas para evitar a erosão dos dentes;
  • tratamento imediato das causas da sensibilidade, caso seja causada por doença.

Prevenção

Por fim, não se esqueça de que a principal forma de tratamento é a prevenção. Sendo assim, escolha bem o creme dental que você utilizará diariamente. Opte por um produto menos abrasivo, ou seja, que cause menos dano ao esmalte dental.

Para saber se um creme dental é muito abrasivo ou não, coloque um pouco entre os dedos e verifique a consistência. Se você sentir como se estivesse tocando pequenos grãos de areia, interrompa imediatamente o uso do produto.

Outro ponto importante é continuar realizando visitas periódicas ao seu de dentista. Afinal, ele é a melhor pessoa para identificar e cuidar de qualquer disfunção que venha a ocorrer na sua saúde bucal.

Gostou das dicas? Conseguiu aprender mais sobre a sensibilidade nos dentes? Então, entenda agora a importância de ir ao dentista com frequência!

Você sabe o que é tratamento ortodôntico?

By | Dicas Dentista Crisal

Você precisa fazer algum tipo de tratamento ortodôntico, mas ainda possui muitas dúvidas sobre o assunto e, por isso, sente alguma insegurança. Por exemplo, saber a diferença entre o ortodontista e o dentista (muita gente pensa que é a mesma coisa) é um ponto importante e que precisa ser esclarecido.

Para ajudar você da melhor maneira, fizemos este post respondendo diversas dúvidas que você possa ter quanto ao assunto. Fique com a gente e saiba mais sobre a ortodontia e como ela funciona!

O que é tratamento ortodôntico?

Primeiramente, precisamos esclarecer que a ortodontia é uma especialidade dentro da odontologia. É como um médico que, depois de fazer residência ou especialização, se torna um psiquiatra, por exemplo. O tratamento ortodôntico tem como objetivo principal corrigir a posição dos dentes e também do osso maxilar que estiverem posicionados de forma errada.

Fazer esse tratamento é muito importante porque dentes e osso maxilar desviados implicam diversos problemas:

  • São de difícil higienização;
  • Podem ser perdidos antes do tempo;
  • Causam deterioração e doença periodontal;
  • Aumentam o desgaste nos músculos da mastigação;
  • Dor de cabeça;
  • Disfunção temporomandibular (ATM);

Além de todos problemas, a aparência também fica prejudicada pela presença dos dentes tortos. Isso pode ocasionar disfunções psicológicas ou de comportamento como a timidez excessiva.

Como funciona?

Para que a correção aconteça, o mais provável é que o seu ortodontista indique o uso de algum tipo de aparelho, que pode ser fixo ou móvel. Por meio de uma leve pressão, os dentes e o maxilar são levados gradualmente para a posição correta, de forma quase imperceptível para o paciente.

Existem diversos tipos de aparelhos fixos e móveis, sendo assim, o que determinará qual deles você usará é a gravidade do seu problema.

Quais são as vantagens do tratamento ortodôntico?

A grande vantagem da ortodontia se dá, principalmente, quando ela acontece de forma preventiva, ou seja, quando os dentes ainda estão em formação. É possível evitar que eles causem problemas maiores no futuro realizando o tratamento adequado no momento certo. Isso pode livrar o paciente da necessidade de extrair dentes ou usar aparelhos no futuro.

Como saber se preciso de um ortodontista?

O próprio dentista informará a necessidade ou não de você fazer um tratamento ortodôntico. Depois de realizar exames clínicos, de imagem e outros, o profissional dará o diagnóstico e o prognóstico, também encaminhará para o profissional responsável por alguns cuidados mais específicos.

Qual é a diferença entre dentista e ortodontista?

Dentista é o mesmo que cirurgião-dentista, também conhecido como odontólogo. Ele faz o tratamento e a prevenção de diversos problemas bucais: disfunção da ATM, doenças dentárias ou sistêmicas, câncer e também atua na parte da estética.

O dentista pode se especializar em ortodontia e ampliar o seu leque de serviços. Assim, o ortodontista é um dentista que além de cuidar de todos esses problemas que citamos acima, também atua na correção dos dentes e na formação deles.

E então? Ainda tem alguma dúvida sobre o tratamento ortodôntico? Entre em contato conosco e agende a sua visita!

Entenda como superar o medo de dentista

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O medo de dentista ainda é um problema muito recorrente e faz com que várias pessoas deixem a saúde bucal de lado, criando inúmeros problemas que poderiam ser evitados com consultas periódicas. De acordo com os dados da Sociedade Americana de Odontologia, 3 em cada 10 pacientes adultos têm medo de ir ao dentista. Se você é dessas pessoas que se arrepiam só de pensar no barulhinho do motor, fique calmo, pois é possível vencer essa fobia e cuidar melhor da saúde.

Por que eu tenho medo de dentista?

Tremores, respiração ofegante, taquicardia, suor e frio na barriga são alguns dos sintomas que as pessoas apresentam ao chegar a um consultório odontológico. E esse medo de dentista tem nome: odontofobia!

Em geral, a maioria das pessoas que sofre dessa fobia apresenta medo de sentir dor com os procedimentos e receio da anestesia. Tudo isso é capaz de criar nesses pacientes sentimentos de pânico e ansiedade generalizada, o que os impedem de fazer visitas periódicas ao dentista.

Como superar o medo de dentista?

Hoje, já existem vários métodos que visam atenuar esses sentimentos angustiantes e melhorar a relação desses pacientes com os tratamentos dentários. Veja os mais usados:

1. Acupuntura e massagem

Quando você está mais nervoso é possível que sinta mais dor, já que essa ansiedade interfere na forma como seu cérebro processa os estímulos recebidos.

Algumas pessoas, ao se sentarem na cadeira do dentista, já começam a apresentar sintomas como taquicardia e até crise de choro. Nesses casos, técnicas de relaxamento são fundamentais para que o paciente se sinta mais confortável e o tratamento seja mais ameno.

Massagens antes do tratamento ajudam muito, bem como a acupuntura — essencial no controle da ansiedade. A técnica pode ser executada enquanto o paciente está na cadeira do dentista e tem duração variada de 30 a 60 minutos. Outra opção é que esse paciente realize as sessões de acupuntura antes do tratamento odontológico.

2. Hipnose

Outra técnica que tem sido utilizada com resultado muito satisfatório é a hipnose, que faz com que o paciente entre numa espécie de “transe” e sinta-se mais relaxado.

Para aquelas pessoas que sentem verdadeiro pavor só de ouvir o barulho do motor, é possível que o dentista escolha outros sons mais agradáveis para preencher o consultório, como cascata de água e, nesse momento, utilize algumas técnicas de hipnose para deixá-las mais calmas e tranquilas.

O medo de agulha também pode ser superado com o uso da hipnose, que apaga da mente do paciente a imagem da agulha que lhe causa temor e não deixa com que ele sofra com esse momento.

3. Laser

Além das técnicas de relaxamento, o avanço dos tratamentos dentários também contribui muito para diminuir o medo de dentista.

A remoção de cáries, por exemplo, é um dos procedimentos que deixa muitos pacientes apreensivos pelos barulhos envolvidos. Com o uso do laser, não é necessário que o dentista encoste no dente a ser tratado, fazendo com que o paciente não sinta dor.

4. Música, shows e gás hilariante

Mas se nada disso resolver, ainda existem outras possibilidades para distrair o paciente daquele momento que lhe causa desconforto. O uso de fones de ouvido com abafadores de ruído pode ajudá-lo a se sentir mais confiante, além do uso de telas de LCD transmitindo filmes e shows escolhidos pelo próprio paciente.

Agora, se você não conseguir relaxar com nenhuma dessas técnicas, o uso do óxido nitroso pode ser pensado, pois promove uma sedação consciente.

Com todas essas técnicas ficou mais fácil se livrar do medo de dentista, não é mesmo? Deixe-nos um comentário!

6 perguntas e respostas sobre prótese dentária

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O acesso a tratamentos odontológicos tem possibilitado, a cada dia mais, conquistar um sorriso perfeito. A prótese dentária, por exemplo, é capaz de resgatar a autoestima e o bem-estar de muitas pessoas.

Não apenas por razões estéticas, cuidar da saúde bucal deve ser uma preocupação de todos. Por isso, buscar informação para sanar qualquer dúvida é importante, dando mais segurança antes de iniciar um tratamento como esse.

Para saber mais, confira as respostas de 6 das principais perguntas sobre o assunto!

1. Por que substituir um dente por uma prótese dentária?

É um engano pensar que a colocação de uma prótese serve apenas para manter a vaidade de um sorriso bonito e alinhado. A perda de um dente desequilibra todo o sistema bucal, interferindo diretamente na capacidade de mastigação.

Entre outros prejuízos estão o comprometimento da boa digestão, dores na articulação dos maxilares, problemas na fala, entre outros. Além disso, esperar muito tempo pode fazer com que haja um processo de reabsorção óssea, que aumenta a complexidade do caso.

2. Qual a diferença entre prótese dentária e implante?

O implante é uma técnica que fixa um dente artificial utilizando um pino, colocado na estrutura óssea do paciente para suportá-lo. É um procedimento muito comum, embora algumas pessoas ainda considerem um pouco invasivo e prefiram as próteses dentárias.

A implantação dos dentes permite uma maior estabilidade e durabilidade, ao passo que as dentaduras duram uma média de cinco anos até que precisem ser trocadas.

3. Como escolher entre prótese móvel ou fixa?

As duas podem ser úteis para solucionar casos de perda dentária. Normalmente, a prótese móvel — também conhecida como dentadura — é mais adequada para substituir toda a arcada dentária. Mesmo assim, também pode ser utilizada para cobrir falhas menores.

Já as próteses fixas são recomendadas para pacientes que perderam apenas um ou alguns dentes, e não uma arcada dentária inteira. Assim, o molde utiliza os dentes ainda existentes na boca como pilares de sustentação.

Enquanto a primeira facilita a higiene, por ser removível, a segunda opção dá mais segurança na mastigação. De qualquer maneira, somente um profissional especializado poderá avaliar cada caso para decidir junto ao paciente a melhor alternativa.

4. Os implantes são mais indicados para idosos?

O que define a indicação e a possibilidade de fazer um implante não é a idade, mas a estrutura óssea da pessoa. Se não houver as condições necessárias para fixar um novo dente, ele não poderá ser implantado.

Um profissional consegue analisar os fatores de risco de cada situação. Em geral, com o fim do desenvolvimento ósseo a partir dos 16 anos, o procedimento já pode ser realizado. A saúde sistêmica também deve estar sob controle, diminuindo os riscos de quem apresenta problemas cardiovasculares ou diabetes, por exemplo.

O ideal é não deixar de lado a reabilitação oral, negligenciando sua importância, sobretudo na terceira idade. Independentemente da faixa etária, ela é essencial para manter uma boa qualidade de vida.

5. Como proceder com a higiene de uma prótese?

As próteses móveis podem ser retiradas após as refeições para serem higienizadas de forma separada. Já as opções fixas têm que ser escovadas junto com toda a arcada dentária.

Alguns acessórios como passadores de fio dental e escovas interdentais podem ser necessários para facilitar o processo. De qualquer forma, manter uma boa rotina de higiene é fundamental para a conservação da prótese e da saúde bucal como um todo.

6. Há alguma restrição alimentar para quem tem prótese?

Na verdade, alguns alimentos muito duros podem fraturar até mesmo os dentes naturais. Então, é recomendável ter um pouco de cautela para preservar a prótese, garantindo uma maior durabilidade.

Enfim, cuidar da saúde bucal é uma questão bastante séria, que requer atenção e o acompanhamento regular de um bom dentista para prevenção e o tratamento de diversos problemas.

Se você deseja conhecer mais sobre prótese dentária e outros assuntos, entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos ajudar!

Como usar fio dental com aparelho ortodôntico?

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Quem usa um aparelho ortodôntico sabe o trabalho que dá para utilizar o fio dental na limpeza dos dentes. Apesar de ser uma tarefa que costuma exigir o dobro do tempo em comparação com quem não usa aparelho, ainda assim usar o fio dental é essencial para a higiene dos dentes.

Isso porque quem usa aparelho tem mais chance de acumular restos de comida entre os bráquetes, fios e arcos do aparelho. Além disso, se os alimentos ingeridos contiverem muito açúcar, por exemplo, também existem grandes chances de aparecimento de cáries.

Então, para superar as dificuldades dessa tarefa, continue lendo este post e confira as melhores dicas para usar fio dental com aparelho ortodôntico!

Passo a passo para usar o fio dental com aparelho ortodôntico

Para começar, separe um comprimento de mais ou menos 50 cm, deixando 20 cm enrolados nos dedos médios de cada mão e 10 cm no centro para passar entre os dentes. O ideal é estar de frente a um espelho, para que você enxergue melhor o que está fazendo. Utilize o passa fio para facilitar o processo.

Comece passando a ponta do fio dental por baixo do arame do aparelho. Puxe uma quantidade suficiente de fio para trabalhar com as duas mãos. Faça a limpeza entre os dentes da mesma forma que faria se não utilizasse aparelho, com suavidade e cuidado para retirar todos os possíveis restos de comida.

Feito isso, é hora de repetir o processo para todos os dentes da parte de cima e de baixo da arcada dentária, até completar a higienização. O processo é lento e, como comentado anteriormente, pode demorar até duas vezes mais do que o processo normal, mas lembre-se sempre da importância de fazê-lo!

No começo, pode parecer complicado, mas é só até você pegar a prática com a limpeza. Depois disso, a higienização vai ser natural e sem muito esforço.

Dicas extras: saiba quais materiais utilizar

O fio dental comum tem mais chances de ficar preso entre os bráquetes ou desfiar durante a limpeza. Isso pode fazer com que você acabe tendo que forçar para que ele se solte, correndo o risco de danificar o bráquete. Para evitar dificuldades extras, dê preferência à utilização dos fios encerados, da cinta dental ou de produtos desenvolvidos especificamente para o uso ortodôntico.

Alguns facilitadores, como os passadores de fio, também podem ser utilizados no dia a dia — são materiais baratos e fáceis de encontrar, geralmente disponíveis nas drogarias. O principal papel deles é facilitar a passagem do fio dental por baixo dos arcos do aparelho. Depois disso, você pega o pedaço do fio como faria sem a utilização dos passadores.

Existe o Super-Floss, que já vem com o fio dental montado, o que o torna mais prático e rápido. Opte também por escovas que tenham a cabeça menor, para facilitar a limpeza, tanto em cima quanto embaixo dos bráquetes.

Mesmo que exija um pouco mais de tempo e dedicação, o uso de fio dental para quem tem aparelho ortodôntico é totalmente aconselhado, afinal, ele exerce um papel crucial para garantir a limpeza dos dentes. Com apenas um pouco de paciência você pode garantir uma ótima higiene bucal e dentes mais saudáveis, além de prevenir o acúmulo de placas e gengivite.

Como cuida da sua saúde bucal? Tem mais alguma dúvida sobre o fio dental ou o aparelho ortodôntico? Deixe-nos o seu comentário!

Saiba quais são os tipos de aparelhos ortodônticos

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Se você está pensando em dar um up no visual dos seus dentes fazendo algumas correções, precisa saber todos os tipos de aparelhos ortodônticos que estão disponíveis no mercado.

Existem vários, desde aqueles que não tem como esconder até os mais discretos, ideais para quem está com medo de usar por questões estéticas. Abaixo vamos citar cada um deles e suas características, assim você pode escolher o ideal para você.

Tipos de aparelhos ortodônticos

Aparelho fixo metálico

Esse certamente é o tipo mais comum de aparelho ortodôntico. Você já deve ter visto em vários amigos e parentes, pois é impossível não notar.

Ele não possui uma estética muito agradável, mas tem várias outras vantagens, como o fato de ter mais resistência e o custo da manutenção ser menor quando comparado a outros. Como é fixo, é necessário que a higienização seja feita com bastante cuidado e paciência.

Aparelho fixo transparente

Ele tem a mesma função que o aparelho fixo citado acima, a principal diferença entre eles é que este é feito de material transparente. Já dá para imaginar que a questão estética é levada em consideração e é uma ótima opção para aqueles que querem alinhar os dentes sem ter que deixar a beleza de lado. Os braquetes são feitos de safira, porcelana ou policarbonato.

Aparelho lingual

Esse não é muito comum, uma vez que sua manutenção é mais trabalhosa que a dos outros tipos. Porém, um ponto positivo é que ele quase não é visto.

A carta na manga aqui é o fato de que esse aparelho é posicionado atrás dos dentes. Para isso, ele possui peças menores que conseguem se encaixar com perfeição na boca do paciente sem causar incômodos.

Aparelho invisível

Também chamado de Aparelho Ortodôntico Invisalign, é um tipo de alinhador no feito sob medida com a ajuda de um software. Pensando na estética e na aparência do paciente, esse modelo é o ideal. Ele é fabricado especificamente para cada pessoa através de uma liga especial.

O aparelho invisível é um pouco mais caro, mas ele fica praticamente imperceptível aos olhos. Além de todas as vantagens, ele ainda é removível, o que facilita muito a higienização bucal.

Aparelho Ortodôntico Autoligável

A principal vantagem desse tipo de aparelho é que ele reduz o tempo de tratamento, deixando os seus dentes alinhados mais rapidamente. Ele não utiliza aquelas borrachinhas coloridas do aparelho fixo comum. Isso reduz o atrito e ainda facilita o nivelamento dos dentes.

Aparelhos Ortopédicos

Os aparelhos ortodônticos ortopédicos sã indicados para corrigir alguma falha na estrutura óssea dos dentes. Como essa correção está diretamente relacionada com a fase do crescimento, eles devem ser utilizados em crianças entre 6 e 12 anos de idade. Os aparelhos podem ser tanto fixos quanto removíveis. Alguns exemplos são o Hyrax e os Expansores Móveis.

Escolhendo o modelo ideal

Agora você já pode ir ao dentista e conversar com ele sobre qual dos tipos de aparelhos ortodônticos se encaixa melhor com o objetivo do seu tratamento. O profissional saberá qual é o modelo adequado para cada paciente de acordo com diversos fatores, como arcada dentária, por exemplo.

Ficou com alguma dúvida? Comente aqui e envie a sua pergunta!

Desvendando 5 mitos sobre a saúde bucal

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Todos nós queremos ter o sorriso bonito e saudável. Para isso, é necessário manter a saúde bucal em dias através da escovação, do uso do fio dental da maneira correta, das idas ao dentista com periodicidade, além de alguns tratamentos para correção e alinhamento dos dentes.

Na busca por uma aparência melhor, acabamos por nos deixar levar por uma série de receitas, truques e “certezas” que há muito tempo estão na mente das pessoas. São informações criadas através do senso comum e repassadas como verdades. É daí que vêm os tais mitos.

Você já ouviu falar que antibiótico deixa os dentes amarelados ou que comer maçã é uma excelente estratégia para deixar os dentes mais limpos? E se tudo isso não passasse de crendice popular?

Vamos agora esclarecer um pouco desses mitos que circulam por aí:

1. Os dentes ficam mais sensíveis se comermos alimentos gelados

Não é que comer coisas geladas (como um sorvete, por exemplo) deixa o dente mais sensível. Se você sente dor quando consome algo assim é porque, provavelmente, já possui uma lesão. A grande questão aqui é que, quando os túbulos dentinários ficam expostos, a sensibilidade aumenta.

Isso pode acontecer em várias situações, tais como: gengiva retraída, esmalte dos dentes muito finos ou então no caso de dente trincado. A dor ocorre porque os túbulos dentinários possuem uma conexão direta com os nervos.

2. Mascar chiclete sem açúcar ajuda na prevenção das cáries

Aqui não tem muita conversa. O que ajuda na prevenção de cáries é fazer a higienização adequada dos dentes com escovação, uso do fio dental e também de um bochecho com flúor. O chiclete sem açúcar pode até não provocar a cárie, mas também não ajuda nem um pouco na prevenção.

Além disso, a mastigação excessiva de chicletes pode levar a vários problemas articulares e musculares, como a fadiga muscular da região, além de desenvolver ou acentuar problemas na ATM (articulação temporomandibular) e também aumentar o bruxismo.

3. Escova dura deixa os dentes mais limpos

Tem até uma certa lógica, mas isso está longe de ser verdade. Para os dentes, a melhor opção é sempre utilizar escovas macias — aliás, quanto mais macia melhor —, que devem ter também uma cabeça pequena. A escova muito dura pode lesionar a gengiva e também desgastar o esmalte dos dentes, tornando-os sensíveis.

4. Uso de antibiótico amarela os dentes

Esse pensamento é comum porque, há alguns anos, os médicos receitavam um antibiótico específico (tetraciclinas) para as crianças que ainda estavam com os dentes em formação. Neste caso, realmente a medicação provocava manchas. Mas se o dente já está formado não há muito com o que se preocupar. Existem alguns xaropes que contém açúcar e, por isso, é necessária uma boa higienização bucal após o uso para evitar a formação de cáries.

5. Maçã pode substituir a escovação

De jeito nenhum! A fruta possui algumas fibras que ajudam a remover alguma sujeira nos dentes, mas não pode substituir a escova de dentes e muito menos o uso do fio dental. Além disso, a frutose presente na maçã pode causar cárie se os dentes não forem limpos logo após o consumo.

Agora que você já sabe que nem tudo o que se fala por aí sobre os dentes é verdade, pode cuidar deles da maneira correta. Nunca deixe de lado a boa e velha escova de dentes com o fio dental e também o enxaguante bucal com flúor. Eles são a sua melhor opção para cuidar bem da sua saúde bucal.

Agora que você já desvendou todos esses mitos, compartilhe essa informação com seus amigos nas redes sociais!

Aparelhos ortodônticos: quando preciso usar? Saiba aqui!

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Você sabia que dentes tortos ou dificuldades para mastigar podem motivar o uso de um aparelho? Quando o assunto é saúde bucal, muitas pessoas ficam em dúvida quanto à necessidade de se usar ou não um aparelho para corrigir o sorriso.

O uso de aparelho ortodôntico varia muito de quadro para quadro, e o tratamento pode demorar em média dois anos e meio — tudo depende da gravidade. Além disso, vale lembrar que nunca é tarde para concretizar o desejo do sorriso de propaganda de creme dental. Em todo o caso, o mais importante é procurar um ortodontista para avaliação individual.

Neste artigo você verá quais são os casos em que, de fato, é necessário usar um aparelho ortodôntico. Continue lendo e saiba mais!

Espaçamento nos dentes

O problema acontece quando o número de dentes é menor ou o tamanho dos dentes é pequeno em relação à nossa arcada dentária, e é muito comum em casos de dentes que não nasceram ou de extração dentária. Nesse caso, vale consultar o dentista quanto ao uso dos aparelhos ortodônticos, já que o espaçamento afeta diretamente a estética dentária.

Mordida topo a topo

Nesse quadro, os dentes ficam batendo um no topo do outro, o que pode ocasionar problemas na hora de mastigar e ainda gerar algumas perdas ósseas, além de disfunções na articulação da mandíbula. Vale ressaltar que em todos os problemas de mordida irregular é indicado o uso de aparelho dentário.

Dentes apinhados

Esse é o caso dos famosos dentes acavalados; isso acontece quando o tamanho dos dentes é superior ao dos maxilares. A consequência é a falta de espaço, que leva à sobreposição de um dente no outro. Esse quadro torna a higiene mais difícil, sem contar que também favorece o surgimento de gengivite e cáries.

Mordida aberta

Aqui, a parte anterior inferior fica afastada dos dentes superiores, causando um espaço entre eles. Esse quadro pode ter várias causas, como, por exemplo, sucção dos dedos, uso da chupeta, interposição da língua ou problemas respiratórios.

Mordida cruzada posterior

Além de afetar a estética, a mordida cruzada posterior pode interferir diretamente na mastigação, na fala e até na respiração. Nesse caso, os dentes posteriores superiores se posicionam para dentro, em relação aos posteriores de baixo.

Mordida cruzada anterior

No quadro de mordida cruzado anterior, os dentes anteriores de cima ficam no canto de trás dos anteriores inferiores. Isso também pode prejudicar a fala e a mastigação da pessoa, dependendo da intensidade.

Mordida profunda

Muito conhecido também como sobremordida, esse quadro ocorre quando os dentes anteriores da parte de cima, na hora de morder, cobrem praticamente ou quase todos os dentes anteriores inferiores. Se o problema não for tratado, pode ocasionar desgastes dentários, além de dores musculares, provocando desconforto.

Com a tecnologia cada vez mais moderna, é possível tratar pessoas com aparelhos dos 4 aos 70 anos. Mas, lembre-se que a eficácia do tratamento também depende de você, com a higienização regular todos os dias; ou seja, a preguiça não combina com os aparelhos ortodônticos!

Agora que você já sabe quando há a necessidade de usar um aparelho ortodôntico, que tal fazer uma visita ao dentista para ficar com o sorriso perfeito? A Crisal pode te ajudar a tirar suas dúvidas e decidir se o aparelho é adequado ao seu caso.

Gostou das dicas? Então, não se esqueça de compartilhar o post nas suas redes sociais!

Saiba como escolher a melhor escova de dente

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Os hábitos que você deve adquirir para a manutenção correta da saúde bucal englobam visitas frequentes ao dentista, uso do fio dental e uma escovação correta. Essa última parece simples, porém, engana-se quem pensa que basta uma escova passear pelos dentes para ficar tudo limpo. Para auxiliar na escovação correta, a escolha de uma boa escova de dente é imprescindível.

E como saber qual é a melhor? Entre tantos modelos disponíveis no mercado, uma variedade enorme de tamanhos, tipos e formas diferentes acaba confundindo na hora da escolha. Por isso, criamos um guia útil para que você conheça todas as características que uma boa escova de dente deve ter. Continue acompanhando!

Cerdas macias e retas

Hoje em dia, é possível encontrar no mercado uma infinidade de escovas de dente. Porém, as mais indicadas pelos profissionais de saúde bucal ainda são as que possuem as convencionais cerdas macias. Quanto ao formato da cabeça e das próprias cerdas, as indicadas geralmente são as retas, sem diferença de tamanho, com acabamento arredondado. A cabeça indicada é sempre a pequena, independentemente do tamanho de sua boca. Com esse formato fica mais fácil atingir os cantos mais difíceis, que uma escova de cabeça maior não alcançaria.

Cabo flexível e ergonômico

O cabo da escova também deve ser avaliado na hora da compra. Ele deve ser ergonômico e trazer segurança para a escovação. Não se esqueça de que escovar os dentes é um ato que exige firmeza, e não força. A pressão deve ser moderada e os movimentos constantes, por isso a importância de um cabo que não seja escorregadio e nem muito fino.

Escova de dente elétrica

As escovas de dente elétricas não possuem nenhuma restrição de uso, porém são mais recomendadas para as pessoas com limitações de movimento. É bom tentar manter a escovação tradicional para que não se perca a habilidade motora, caso a escova elétrica não esteja disponível e a escova comum tenha que ser usada.

Lembrando que aqueles que usam aparelho ortodôntico não devem utilizar a escova elétrica, pois ela pode descolar os braquetes.

Cuidados com a escova de dente

A primeira recomendação quanto aos cuidados que você deve ter com sua escova é não deixar de trocá-la a cada 3 meses. O ambiente do banheiro onde ela fica, por mais limpo que seja, possui muitos germes, e o clima úmido pode ajudar na proliferação de alguns microrganismos. Também é recomendado fazer a troca após alguma gripe ou resfriado, para que os germes instalados na escova não provoquem uma nova infecção.

Outro cuidado importante diz respeito ao armazenamento. Depois de usar a escova de dente, lave em água corrente e seque bem. É importante armazená-la a uma distância considerável do vaso sanitário e proteger suas cerdas com alguma capa que contenha furos, para que o ar possa circular.

Seguindo as orientações acima, encontrar uma escova de dente adequada será muito mais fácil e você terá menos dúvidas ao escolher entre tantos modelos no mercado. Faça visitas regulares ao dentista, siga as orientações com cuidado e escove os dentes três vezes ao dia. Dessa forma, você se previne de uma série de doenças, mantém seus dentes sempre limpos e o hálito fresco.

Agora que você sabe tudo sobre como escolher e cuidar da sua escova de dente, compartilhe esse post em suas redes sociais. Ajude seus amigos a ficarem mais informados sobre a saúde bucal!